Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 04/08/2020

O filme “O informante”, dirigido por Michael Mann, retrata a história de um apresentador de TV o qual convence um químico que trabalhou na indústria tabagista a revelar fatos que demonstram o trabalho deliberado para viciar os usuários nos produtos. Nesse sentido, no século XXI, no Brasil, os problemas e consequências do tabagismo é presente, o qual ocorre, evidentemente, devido às propagandas demasiadas ao consumo que geram efeitos impactantes na saúde dos indivíduos.                      Preliminarmente, é pertinente elencar que as publicidades excedentes dificultam a resolução dessa problemática. Assim como, demonstrado na obra cinematográfica “O informante” a indústria do tabaco investe milhões na divulgação e na banalização desse hábito, há exemplo de seu patrocínio a eventos voltados a maior parte da população. Desse modo, evidentemente, isto é intensificado por uma negligência governamental no que diz respeito a responsabilidade estatal prevista no artigo 196, da Constituição Federal de 1988, haja vista o afrouxamento das campanhas de alerta sobre essa prática.          Outrossim, observa-se, consequentemente, a ascensão dos prejuízos individuais a partir dos hábitos relacionados ao uso de cigarros. Nessa perspectiva, verifica-se o aumento dos casos de câncer de pulmão, enfisema pulmonar e hipertensão, entre outras doenças crônicas favorecidas pelo tabagismo. Sob esse ponto de vista, segundo o jornal o Globo, aproximadamente 65% das mortes causadas por doença pulmonar é referente a utilização de cigarros eletrônicos. Portanto, indubitavelmente, é substancial a mudança desse quadro.

Em vista dos fatos elencados, são necessárias medidas que extingam as publicidades concernente ao tabagismo, como também anular os casos de doenças físicas e psicológicas relativo a este ato. Dessarte, cabe ao Poder Legislativo criar projetos de leis as quais anulem as disseminações de anúncios que promovem o uso de nicotina, como multas as indústrias do tabaco, por meio de aumento nos impostos dessas fábricas, com a finalidade de garantir a eliminação de condutas prejudiciais aos cidadãos. Ademais, o Ministério da Saúde deve promover projetos que abordem os malefícios do tabagismo, por intermédio dos diversos veículos de comunicações, como participações em encontros científicos e congressos que são palcos de profícuas discussões, com o objetivo de preservar a saúde dos brasileiros, bem como pressuposto na Magna Carta.