Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 06/08/2020
Apesar dos problemas advindos do tabagismo apresentarem-se cada dia mais nocivos, o consumo continua incessante. No Brasil o tabaco é a segunda droga mais consumida, de acordo com pesquisas do Fiocruz, e as despesas relacionadas ao vício passam de bilhões.
Nos meios de entretenimento, o uso do tabaco é romantizado, associado à riqueza, ao poder ou à inteligência. No âmbito familiar, desde crianças, a familiarização com a droga e consumo indireto, é constante, o que resulta em futuros possíveis usuários. Na Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável, compromisso assumido por todos os países, um dos principais elementos é o controle do tabaco e a redução do número de mortes precoces por doenças diretamente ligado ao tabagismo.
Anualmente, conforme dados referentes à revista Galileu, o uso do tabaco acarreta em milhares de mortes, e deixa mais de 781 mil brasileiros doentes. De acordo com o blog Sesi farmácia, consumo de cigarro é causa de 25% das mortes por doenças coronárias, além disso, também ocasiona 30% dos falecimentos por diversos tipos de câncer. Para fumantes passivos, a chance de desenvolver câncer de pulmão aumentam em 30%. O país gasta em torno de 21 bilhões com estes problemas de saúde, correspondendo a trinta por cento dos recursos do SUS, e a 0,5% do PIB nacional.
Levando em consideração estes fatos, é necessária a ação do Ministério da Saúde, promovendo e supervisionando leis que proíbam 100% o fumo em locais de saúde e escolares, realizando publicidades antitabagismo, ao mesmo tempo, proibindo a publicidade ou promoção do tabaco, mesmo que esta seja feita indiretamente. Por conseguinte, o consumo diminuirá, bem como os problemas causados pelo vício, e os gastos relacionados a eles.