Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 03/08/2020

Na série Peaky Blinders, a qual se passa no período pós primeira Guerra Mundial, os personagens, desde os mais novos até os mais velhos, faziam o uso do tabaco diariamente, o que na época era sinal de status entre a população. No que concerne aos dias atuais, os níveis de tabagismo tiveram seu declínio, no entanto, ainda é considerado um vício com consequências pejorativas.

Primeiramente, é significativo citar que, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), morrem por dia no país mais de 400 pessoas devido ao uso do cigarro. É evidente que esse número não se restrita apenas a fumantes ativos, mas também aos passivos, que mesmo sem contato direto com a substância, podem evoluir com casos de doenças cardiorrespiratórias.

Em segundo plano, o tabagismo existe há séculos como posição hierárquica, a exemplo da “Belle Epóque”, vivenciada pelos europeus no final do século XIX, no qual o uso do tabaco era algo cotidiano e normalizado. Entretanto, com o avanço da ciência e da tecnologia, se tornou perceptível os prejuízos a saúde ocasionados pelo cigarro, assim como os poluentes tóxicos liberados na atmosfera pelo mesmo.

Desse modo, é necessário que o Estado invista em políticas de fiscalização, gerando multas aos estabelecimentos que realizem a venda de cigarros entre menores de idade. Complementarmente, é mister que o Ministério da Educação e Cultura, por meio de palestras nas escolas, alertem aos alunos sobre os riscos do tabagismo. Espera-se dessa forma que o número de usuários diminua gradativamente, assim como o número de óbitos decorrentes do tabaco.