Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 31/07/2020

“Rocky Balboa” é um filme que tem as lutas de boxe e a utilização do tabaco como temáticas. Em uma de suas cenas, o protagonista consegue abandonar o cigarro e volta a lutar. Fora da ficção, o tabagismo ainda é um problema e gera diversas consequências. Por conta disso, é importante debater acerca da estratégia de venda das indústrias e da influência fraterna.

Em primeira análise, a nicotina, em formato de cigarro, é uma droga legalizada no Brasil. Sob essa ótica, no Governo de Fernando Henrique Cardoso, o presidente sancionou uma lei que restringe a propaganda de cigarrilhas. Contudo, isso corroborou, para a publicidade indireta das indústrias e a redução dos preços dos produtos, facilitando o acesso à compra e o desejo vicioso de consumir esse material.

Outrossim, o ciclos afetivos têm papel fundamental na formação do ser humano. Seguindo esse pensamento, o Instituto Nacional do Câncer, divulgou que o principal fator do tabagismo é a influência da roda parental e dos grupos de amizade. Pois, o uso de tabaco para essas pessoas é sinônimo de prazer e autoconfiança. Com isso, os dependentes da nicotina, acabam sofrendo com câncer de pulmão, infarto e aneurismas.

Portanto, medidas são necessárias para mitigar o imbróglio. Para tanto, o Ministério da Economia, em parceria com o Legislativo, pode promover alterações na Lei Nº 9.294, que restringe a propaganda, aumentando os valores por meio da tabela de preços e vetando a venda em serviços essenciais, a fim de diminuir o uso desregulado dos fumos. Ademais, o Ministério da Saúde, ainda deve instaurar debates com profissionais, nos centros comunitários e postos de saúde de cada cidade, por meio da assistência de saúde familiar, feito pelo SUS, a fim de alertar as instituições sociais sobre o tabagismo. Dessa forma, superações como o do lutador, acontecerão progressivamente.