Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 31/07/2020

De acordo com Gustavo Gouveia, diretor do Instituto de Câncer de Brasília, aproximadamente, 25% da população verde-amarela é fumante. Sendo assim, o tabagismo é um problema frequente no país e causa diversas consequências, tanto sociais como econômicas.

Primeiramente, é evidente que o hábito de fumar está diretamente associado à diversas doenças e afeta também o meio ambiente, por causa das substâncias tóxicas que são liberadas. Nesse sentido, de acordo com o filósofo Hegel: “todo homem é filho de seu tempo”. Ou seja, todos são influenciados pelo convívio com outros e pela época em que vivem. Por isso, por causa da influência, há um grande índice de fumantes que são, consequentemente, mais propícios a adquirirem doenças cardiovasculares, bronquite, câncer e até um maior risco de morte caso houver contaminação de corona vírus.

Ademais, somado aos problemas de saúde, essas doenças também afetam economicamente a população e governo. Nesse aspecto, essas enfermidades relacionadas ao tabagismo custam, em média, 30% dos recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) para serem controladas. Além disso, para o enfermo também há gastos, como transporte e alimentação para ter acesso ao tratamento.

Logo, fica claro que o tabagismo afeta não só o indivíduo, mas toda população, por isso, é necessário que medidas sejam tomadas. Portanto, o Ministério da Saúde deve investir em mais recursos no Programas Nacional de Controle do Tabagismo, fazendo com que esse fique mais acessível a todos os dependentes da nicotina, por meio de mais unidades de atendimento e uma maior divulgação nas mídias sociais sobre a existência do mesmo. Essa medida tem como finalidade dar mais apoio à fumantes, que não conseguem de desassociar do vício independentemente, e assim diminuir os índices de fumantes no Brasil.