Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 31/07/2020

Segundo dados históricos, o tabaco foi encontrado originalmente nas Américas no século XV, era usado pelos índios em rituais e para fins medicinais, sendo usados de formas diferentes: comiam, mascavam, aspiravam e fumavam. Disto, percebemos que séculos depois, por meio de comerciais e filmes que propagavam o consumo de cigarro, o mesmo tornou-se sinônimo de status e glamour. Porém, atualmente comprovou-se os malefícios gerados pelo uso do tabaco tanto para a saúde, agravando o risco de desenvolvimento cancerígeno, assim como financeiramente.

Desse modo, pode-se citar que o tabaco está diretamente ligado ao aumento do câncer de pulmão. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA) e a OMS, o tabaco é uma doença crônica causada pela dependência de nicotina e gera 8 milhões de mortes por ano, sendo associado ao câncer de pulmão, um tipo de tumor que era raro antes de surgir o cigarro e hoje é o que mais mata no mundo.

Além disso, é válido mencionar os prejuízos econômicos causados aos tabagistas. Uma pesquisa feita pela Receita Federal nos anos de 2015 e 2016, mostrou que um gasto anual varia entre 1800 à 3060 reais, dependendo da quantidade de maço de cigarros consumidos. Com tais fatos, se torna perceptível que o hábito de fumar pode ocasionar morte prematura e um custo médico de até 56,9 bilhões de reais ao Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde.

Com tais fatos, podemos concluir que o hábito de fumar pode ocasionar diversos problemas de saúde e custos financeiros, de tal modo, é explícito que o número de tabagistas deve diminuir. Então, cabe ao Ministério da Saúde (MS) deve promover palestras quem informem as consequências do tabagismo na vida das pessoas e dos indivíduos que as cercam, a fim de conscientizar a população dos efeitos nocivos que o vício em nicotina pode acarretar.