Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 30/07/2020
As empresas tabagistas são uma das mais que lucram ao redor do mundo, distribuindo para a população meios para acabarem com sua saúde rapidamente. Cada vez mais, as doenças respiratórias vêm adoecendo pessoas que se viciaram em um malefício assassino, por exemplo, o cigarro.
A nicotina, presente nos produtos à base de tabaco, é o grande vício de todos os fumantes, pois proporciona uma sensação de prazer, alívio e dependência. Porém, afeta drasticamente o cérebro e principalmente os pulmões, causando um efeito irreversível nos órgãos internos. O tabagismo se alastrou radicalmente, nos últimos anos, e é considerado a maior causa evitável isolada de adoecimento e mortes precoces em todo o mundo.
Apesar da embalagens de cigarro apresentarem os sintomas negativos ao ingerir a nicotina no organismo, muitas pessoas o consomem mesmo assim. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas por ano, sendo mais de 7 milhões destas mortes resultam no uso direto deste produto, enquanto cerca de 1,2 milhão é o resultado de não-fumantes expostos ao fumo passivo. Além da pessoa estar matando si mesma, a fumaça que é liberada, afeta os indivíduos ao redor também. Por consequência, está associado às doenças crônicas não transmissíveis, o tabagismo também é um fator importante de risco para o desenvolvimento de outras enfermidades, tais como tuberculose, infertilidade em homens e mulheres, entre outros.
Assim sendo um dos piores malefícios presentes nas sociedades mundialmente, a intervenção necessária do governo a respeito do tabagismo seria a implantação de ações de promoção da saúde e de prevenção dos agravos relacionados ao tabaco, reduzindo a mortalidade associada ao uso do mesmo. Ou até mesmo obrigando as empresas que vendem o tabaco, a fecharem, pois diminuiria o consumo populacional.