Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 30/07/2020
No filme “Requiem para um Sonho” é formulada a ideia de vício do casal protagonista, criticando o uso da heroína. Fora da ficção o alto índice de tabagismo do século XXI demonstra os mesmos tons de aluamento do fumo. Nesse contexto, percebe-se o problema em torno de dois principais pontos: o acesso fácil a tais produtos e a diferença economicamente devido a amplitude.
Em primeiro plano, vale ressaltar o meio descomplicado para o acesso, que influi na efetização do problema. Em torno de 19% dos adolescentes brasileiros já tiveram contato ao cigarro, segundo o Estudo de Riscos Cardiovasculares. Portanto a venda para menores de idade é presente e exarcebada, já que pelo consumo precoce de fumos o risco de resultar em problemas futuros relacionados ao sistema respiratório e vascular em grande parte, como câncer de pulmão, úlceras, infartos e outras mazelas.
Em segundo lugar, a queda da qualidade de vida dos fumantes, de maneira geral, influencia negativamente no meio em que eles convivem. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 20% das pessoas no mundo são fumantes, o que é parte significativa, e sua maioria está presente em áreas pobres e menos desenvolvidas, portanto menos propensas na área da saúde. Concluindo assim que devido a grande quantidade de consumidores de fumos a necessidade de gastos na medicina cresce mais, demonstrando influência no mundo social e econômico.
Dessa forma, observa-se que o tabagismo é um cenário desafiador , seja em virtude da facilidade de acesso, seja pela grande participação do produto no meio. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde, junto a Organização Mundial de Saúde, criar campanhas, palestras e trabalhos sociais, a fim de remover a rotina normalizada ao uso de fumos. Formando assim uma sociedade mais saudável e com melhor desenvolvimento.