Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 30/07/2020
O fumo teve origem na América Central, nas proximidades da cidade de Tobaco em 1520. Ademais, o tabaco, planta descoberta pelos índios, causou espanto nos colonizadores espanhóis que viram uma oportunidade de lucrar com o cachimbo em exportações. Tais fatos fizeram com que houvesse a disseminação do fumo na Europa que, posteriormente, veio a contribuir com adversidades, como problemas de saúde, precisamente respiratórios, e ação viciante. Nesse sentido, é necessário analisar tal quadro, intrinsecamente ligados a aspectos maléficos a saúde e emocionais.
Sob esse viés, no século XX, propagandas em jornais e na televisão incentivavam pessoas ao consumo do cigarro, ato inconsequente, uma vez que prejudica o bem estar individual. Nessa perspectiva, de acordo com o Jornal Folha de São Paulo, cerca de 25% da população brasileira é fumante. Essa realidade torna-se evidente, posto que geralmente o indivíduo começa a fumar por influência de amigos e pessoas próximas, usando o cigarro como meio de socialização. Além disso, o que induz o uso do tabaco são distúrbios mentais e ansiedade, no qual usam substâncias psicoativas como refúgio de problemas. Por conseguinte, essa prática leva à perda da moral e da ética. Outrossim, a dependência do fumo é acarretada pela nicotina, visto que tal substância traz o efeito de prazer e saciedade no organismo. Nesse âmbito, segundo o filósofo Diógenes, “a felicidade consiste no total desapego a tudo, principalmente em artefatos desnecessários”. Sob tal ótica, percebe-se que o tabagismo causa uma abstinência a longo prazo, pois a obsessão pelo fumo torna-se gradual entre os jovens. Adicionalmente, o vício afeta não só o fumante ativo mas também o fumante passivo, em virtude da fumaça tóxica liberada no ar e inalada pelos mesmos. Dessa forma, contribui-se para a perpetuação desse tipo de atividade negativa na sociedade.
Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para conter o avanço dessa controvérsia. Por tudo isso, cabe ao Ministério da Saúde, em parceira com instituições midiáticas, propor uma reeducação sociocultural, por meio de campanhas educacionais na televisão e internet, para incentivar os jovens a não aderir o uso do cigarro e conscientizar os dependentes químicos dos malefícios. Em seguida, implementar programas de ajuda, como clínicas de reabilitação e psicoterapias, mediante verbas governamentais, com o intuito de promover uma melhor condição ambiental, além de aumentar a expectativa de vida dos fumantes.