Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 29/07/2020

o tabagismo pode ser definido como o consumo obsessivo e dependência psicológica do tabaco. O vício no consumo do tabaco acaba tornando-se extremamente prejudicial, tanto à saúde dos fumantes quanto a dos fumantes passivos, aqueles que não fazem uso da substância mas inalam a fumaça gerada por sua queima, além de causar grandes impactos ambientais.

Em primeiro plano, a fumaça proveniente do fumo do tabaco gera danos ao corpo daqueles que fumam e também àqueles que não fumam, mas acabam por inalar a substância tóxica. De acordo com o blog Sesi Farmácia, a fumaça gerada pela queima do tabaco possui cerca de 4.700 substâncias prejudiciais ao organismo. Essa fumaça também é responsável pelo aumento de 30% de chance de câncer de pulmão em fumantes passivos, segundo informações do mesmo site. Assim, fica claro que a dependência do tabaco acarreta diversos prejuízos à saúde daqueles que entram em contato com seus componentes tóxicos.

Em segundo plano, os problemas gerados pelo uso do tabaco não restringem-se apenas  à saúde pessoal, chegando a causar grandes impactos ambientais. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o tabaco causa danos ao solo, ar e água, proveniente do uso de agrotóxicos em suas plantações, além do desmatamento gerado pela necessidade de alimentação dos fornos à lenha que secam as folhas do fumo. Assim, o tabaco gera danos desde seu cultivo até sua utilização.

Portanto, o consumo de tabaco é uma problemática a ser enfrentada no século XXI. O Governo Federal, por meio de incentivos viáveis, como redução de impostos, deve estimular supermercados e lojas à extinguirem os cigarros de suas prateleiras, dificultando assim o processo de compra e venda,além de incentivar o tratamento para àqueles dependentes do fumo, por meio de incentivos financeiros à saúde voltada para o tratamento dessas pessoas, assim o tabagismo diminuirá gradativamente.