Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 28/07/2020

O uso do tabaco sempre esteve presente ao longo do processo de formação da sociedade, seja desde rituais religiosos até para fins medicinais. Entretanto, o tabagismo se tornou um problema que afeta o governo e grande parte da população no Brasil. Sob esse aspecto, convém analisarmos as principais causas, consequências é medidas do crescente número de fumantes no país.

Em primeira análise, a introdução do hábito de fumar na vida das pessoas ocorre por fatores como: a influência da mídia e de indivíduos próximos ao futuro fumante, falta de informação e, principalmente, a busca por uma falsa felicidade. Esse último causado pela nicotina, substância orgânica encontrada nos cigarros e responsável pela sensação de prazer momentâneo e dependência. Desse modo, é fácil entender o crescente número de dependentes do fumo.

Sob outra perspectiva, o tabagismo configurou-se como um problema de saúde pública e orçamentário. Segundo o IBGE, por exemplo, são gastos por ano cerca de 21 bilhões de reais em tratamentos de doenças causadas pelo tabaco. Além disso, os fumantes passivos, pessoas que não fumam mas tem contato constante com a fumaça dos cigarros, podem desenvolver, a longo prazo, doenças respiratórias graves, de acordo com o Ministério da Saúde. Com isso, pode-se dizer que o tabagismo afeta, além dos próprios fumantes, terceiros e o cofre público.

Considerando os fatos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas para combater o problema do tabagismo no Brasil. Assim, o Ministério da Saúde, a fim de diminuir o número de fumantes passivos, deveria proibir, por meio da Política Nacional de Saúde, o uso de cigarros em locais com aglomeração de pessoas, sejam abertos ou não. Ainda, o mesmo órgão deveria, com o intuito de diminuir os gastos na saúde por conta do fumo, aumentar a circulação de campanhas que falem sobre os riscos do cigarros na saúde por meio da televisão e rádio. Apenas assim, a questão do tabagismo seria solucionada.