Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 28/07/2020
Durante o século XVII, o tabaco passou a ser um dos principais produtos de exportação do Império Português. As lavouras, no entanto, se expandiram rapidamente somente após a Proclamação da Independência, em 1822. No entanto, as consequências do tabagismo no século XII vem se tornando um problema de larga escala no país. Diante dessa perspectiva, não há duvidas que o tabagismo é um desafio para o Brasil, o qual ocorre infelizmente, devido não só a má qualidade de educação no país, mas também as influências que o indivíduo acompanha.
A educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Hodienarmente ocupando a nona posição na economia mundial, seria irracional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido no grande número de pessoas dependentes do tabagismo. Segundo o INCA, é estimado que no Brasil cerca de 127 mil pessoas morrem precocemente devido às doenças causadas pelo tabagismo. Inadimicivel que a sociedade aceite a negligência do estado em não adotar práticas nos sistemas de educação contra a utilização do tabaco.
Faz-se necessário, ainda, salientar as influências que o cidadão acompanha como impulsionador do problema. Segundo Maquiavel, “Os fins justificam os meios”, diante de tal contexto, as pessoas começam a fumar principalmente influenciadas pela publicidade maciça do cigarro nos meios de comunicação de massa, tornando cada vez mais maiores os riscos de saúde da população.
Infere-se, portanto, medidas necessárias para controlar e acabar com o tabagismo no país. O Governo Federal por meio do Ministério da Educação juntamente com as grandes emissoras de telecomunicação deve realizar propagandas alertando à população sobre os problemas e as consequências do tabagismo para a saúde. Além disso, as escolas em parceria com os pais devem aconselhar as crianças desde o ensino maternal sobre as escolhas certas e a não serem vítimas do “efeito manada”. Somente assim seria possível alcançar o controle do vício do tabagismo na população.