Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 10/08/2020

Durante o Neocolonialismo, expandiu-se pelo território chinês o consumo da substância alucinógena, ópio, sendo seu consumo e venda associados à riqueza e status. Entretanto, tal máxima destoa-se da realidade hodierna sendo drogas ,como o tabaco, relacionadas à catastróficas problemáticas modernas. Tais fatos se dão pelo consequente malefício da dependência química, além dos efeitos colaterais adversos, resultantes do fumo.

Mormente, torna-se notório o vício advindo do consumo de tabaco. Neste ínterim, faz-se evidente o teoria do filósofo grego Epicuro, o qual defendia a busca contínua pela felicidade e prazer, não associada ao consumo de drogas e demais substâncias viciantes. No entanto, a realidade moderna opõe se à máxima do célebre pensador, sendo o tabaco consumido se forma contínua e demasiada, a fim de promover o bem estar instantâneo, e a “válvula de escape” dos problemas modernos. Ademais, o consumo excessivo de substâncias químicas extremamente viciantes- como a nicotina-, presentes no cigarro acarretam dependência nos usuários, fatores que se mostram como gatilhos a graves problemas de saúde.

Outrossim, faz-se evidente as consequências do fumo no organismo dos indivíduos. Nesse contexto, torna-se notório o caso da famosa cantora americana ,Amy Winehouse, vítima de sérias complicações a saúde acarretadas pelo fumo e uso de drogas que culminaram em sua morte. Assim como no caso de Winehouse, o uso de tabaco traz consigo enfermidades e debilitações irreversíveis aos usuários, como impotência sexual, lesões bucais, problemas pulmonares e cardiovasculares, além de demais consequências advindas da ingestão de fumaça e substâncias nocivas. Desta forma, ficam-se evidentes os problemas advindos do uso de tabaco e a urgência de suas soluções.

Destarte, urge deliberar a fim de diminuir o consumo de tabaco e seus efeitos destrutivos. Para tanto cabe ao Ministério da saúde  em parceria com os governos estaduais a criação de um projeto  denominado"Tabaco não!" que incentive por meio de grupos de apoio, ministrados por psicólogos e ex-fumantes, o não consumo de cigarro.Além disto, cabe a programa o fornecimento gratuito de remédios que diminuam a vontade de fumar, facilitando o processo de tratamento e concretizando o propósito da diminuição do consumo de cigarro e evitando desta forma seus problemas e consequências. Somente desta forma, o tabaco deixará de ser um grave problema como visto na China imperialista.