Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 27/07/2020

Conforme o escritor português José Saramago, “Há uma cultura de banalização. Tudo é banal, tudo está sujeito ao consumo”. De maneira análoga a isso, o tabagismo surgiu como um ato de elegância, utilizado apenas pelos indivíduos de alta classe social. No entanto, com a popularização, evidencia-se que o consumo inconsciente e exacerbado do tabaco firmou-se em uma série de óbitos e doenças fatais na contemporaneidade. Desse modo, faz-se imperioso o debate sobre as consequências do tabagismo no século XXI.

A priori, nota-se a falta de conhecimento populacional em relação às consequências no qual o consumo do tabaco cotidianamente pode acarretar. Nessa ótica, segundo o filósofo Imannuel Kant, “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Nesse viés, é importante frisar que de acordo com o Instituto Nacional de Câncer, 79% dos casos com câncer de pulmão é consequência do tabagismo. Com isso, fica perceptível que desde cedo o estímulo educativo é de suma importância para amenizar essa drástica realidade.

A posteriori, vale destacar que os principais incentivos para o consumo do tabaco são: entretenimento, atenuar problemas pessoais e para o alívio de doenças como a ansiedade e depressão. Dessa forma, conforme o filósofo Nicolau Maquiavel, “Não há nada mais difícil que tomar a frente na introdução de uma mudança”. Nesse prisma, evidencia-se a que a maioria das pessoas necessitam de auxílio médico para largar o vício.

Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham amenizar o consumo do tabaco. Por conseguinte, urge que o Ministério da Educação introduza nos sistemas de ensino públicos e privados, por meio de profissionais capacitados em ministrar palestras,  o programa “Vida Saudável”, com o fito de estimular e alertar aos jovens os riscos no qual o consumo de substâncias químicas podem trazer. Somente assim, a sociedade será mais consciente e saudável.