Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 25/07/2020
No período colonial, os índios se caracterizavam pelo uso do tabaco como meio medicinal. Com o passar do tempo, seu uso foi deturpado pela sociedade contemporânea. Tal preposição, representa um desafio a ser enfrentado de forma mais estruturada e organizada. Nessa perspectiva, convém analisar as principais causas e consequências, tais como os efeitos que a droga traz ao corpo humano e a influencia da cultura social, tornando assim, grandes percalços na saúde pública.
Em primeira instância, a Organização Mundial de Saúde (OMS) relata que o tabaco é uma das principais causas evitáveis de morte, sendo enfrentado e tratado como doença de saúde pública. Portanto, o risco do uso da nicotina traz diversos efeitos bioquímicos ao corpo, como a hipertensão arterial causando vasoconstrição arterial, como também, enfisema pulmonar devido à inalação de hidrocarbonetos do tabaco no pulmão. O que urge um trabalho intrínseco na população fumante. Outrossim, os números de adolescentes que entram em contato com o tabaco na espécie do cigarro são alarmantes. De acordo com o Ministério da Saúde, o cigarro possui aproximadamente 2000 agentes nocivos ao corpo. Porém, mesmo assim, os jovens continuam usando no intuito de aumentar seu “status” social para se reafirmarem na sociedade, esses jovens buscam momentos para aliviar seus estresses, pois a nicotina libera noradrenalina, hormônio que influencia o humor e a ansiedade em determinado momento.
Além disso, torna-se imprescindível que o Ministério da Saúde, promova uma limitação na produção de cigarros para minimizar o uso exacerbado da nicotina, juntamente com intensificação de campanhas publicitarias nas principais redes sociais, como ferramenta influenciadora de cunho educativo, enfatizando os malefícios originado dessa droga, e só assim, características sociais perpetuadas pelos índios no período colonial não seria vivenciadas no século XXI.