Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 24/07/2020
Em 1946, a atriz norte-americana Marilyn Monroe atingiu o ápice de sua carreira sempre expondo-se o cigarro nas suas publicações como um meio de empoderamento e como uma imagem que viabiliza o sucesso. Não obstante, essa problemática persiste hodiernamente no cenário brasileiro, visto que a dependência dos usuários de tabaco e as suas resultâncias corroboram como dilemas a serem enfrentados no século XXI.
Diante desse viés, a obra “Modernidade Líquida”, do sociólogo polonês Zygmunt Bauman, salienta um mundo líquido, aonde as relações sociais modificam-se de repente. Nesse sentido, a submissão dos indivíduos pelo ato de fumar se dá pela substância presente no tabaco: a nicotina, que passa pela circulação sanguínea e prossegue até chegar no sistema nervoso central, liberando a serotonina (hormônio dirigente da sensação de prazer). Além disso, a influência para o uso dessas mazelas não se extinguiu no passado com a atriz Marilyn, sendo que ainda há publicidades desses fumos em locais de trabalho, como padarias e supermercados. Por conseguinte a isso, o índice em 2018 divulgado pelo site da globo G1, foi de que “19% da população brasileira são fumantes”. Dessa forma, os reflexos do uso do tabaco não são somente individuais e sim, coletivos.
Outrossim, o tabaco exacerba muitos obstáculos num corpo social, dado que ele não só germina diversos cânceres, bronquite, enfisema pulmonar, entre outas doenças, que são patologias para um privativo, mas também debilita as outras pessoas. Dessarte, dois aspectos relevantes a serem aludidos são a dilatação do subdesenvolvimento e a quantidade excessiva de poluentes no ar atmosférico. Sendo assim, o consumo em massa do tabagismo ocasiona uma carência dos personagens no âmbito financeiro, já que a dependência desse inspirador faz com esses gastem todo seu dinheiro nessas drogas recreativas e, consequentemente, podem perder as suas moradias e muitas outras coisas para uma vida estabilizada. Não apenas, a poluição atmosférica é um coeficiente significativo, uma vez que a fumaça do tabaco contribui para o afilamento da camada de ozônio, dificultando a respiração na litosfera, além de suscitar mutações como problemas de saúde.
Dado o exposto, a Mídia como fonte influenciadora deve difundir postagens do que é o tabagismo e quais as suas consequências, com o intuito de desconstruir o uso do tabaco e conscientizar a população dos malefícios causados em uma pessoa, na sociedade e no meio ambiente. No mesmo encaixe temático, o Ministério da Saúde deve cria um centro de ajuda “Tabagismo Zero”, para que uma equipe de profissionais especializados na área de compulsividade, possa auxiliar os cidadãos que usam o tabaco a cessar com esse vício.