Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 27/07/2020
É notório que o tabagismo foi evidente no início século XVI, pelos espanhóis no período das navegações, com tudo, hodiernamente o uso de cigarros é um problema. Consoante a essa exploração do fumo em 1561, Jean Nicot, embaixador francês de Portugal tragava o moído da filha do tabaco o que tinha como nome popular “rapé” e instantaneamente constatou que aliviava a enxaqueca, Nicot foi responsável pela introdução do tabaco em vários países como o primeiro deles a Inglaterra em 1585, além disso, devido a sua descoberta do alívio da dor, a substância responsável por esse feito foi em sua homenagem, denominado assim como nicotina. Salienta-se, portanto, que são variados os problemas e as causas pelo cigarro, o predominante delas é o efeito da nicotina no organismo.
Em primeira analise, é importante ressaltar que o cigarro sempre teve uma participação no cinema e na música desde a década de 20, tendo o objeto como sinônimo de glamour e rebeldia. Diante desse cenário, a banda de rock “The Beatles”, em que os 4 integrantes eram fumantes compulsivos, expondo-se essa infeliz alusão de poder e superioridade do tabaco. Por conseguinte a esses títulos de primazia, advindo de um objeto polêmico e nocivo a saúde, os números de óbitos advindo do uso compulsivo do fumo tem como causa da morte o câncer de pulmão, laringe, faringe, esôfago e diversos outros lugares e os problemas respiratórios, cardiovasculares e diversas patologias.
Dessarte, o mais grave do uso do cigarro são as substâncias que estimulam uma série de hormônios neurotransmissores, como a endorfina, a dopamina, a ocitocina e a serotonina que atuam na corrente sanguínea, influenciando principalmente no humor e no prazer, uma das substâncias que se encontram nos cigarros é a nicotina, elemento que está diretamente ligado nas sensações boas o corpo. Além disso, a nicotina é o elemento que transforma o usuário em dependente, uma vez que os 4 hormônios são estimulados com facilidade e se torna uma ação automática a vontade de consumir um cigarro. Outrossim, atualmente mesmo com campanhas contra o tabagismo, o faturamento da indústria do tabaco ultrapassa dos 27 bilhões de reais, o que leva em questionamento o número expressivo de pessoas que usam essa droga lícita, aumentando com isso o índice dos problemas do tabagismo.
Torna-se evidente, portanto, que medidas são necessárias para acabar com esse consumo de cigarros. É de encargo governamental a criação de um projeto de lei “Diga não a nicotina” no qual, proíbe a produção e o consumo de produtos de classes cancerígenas e viciantes a base de nicotina, a fim de cessar os casos de doenças e mortes pelo tabagismo. Além disso, outra medida a ser fomentada é de cunho midiático, como abordar os problemas e as causas do uso do cigarro em novelas, minisséries e propagandas expondo a graduação da doença ocasionada pelo cigarro para intimidar os fumantes.