Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 24/07/2020

O peculiar sultão Murad IV, proibiu o uso de tabaco em território turco otomano após o acidente do qual um viciado deixou cair uma vara de tabaco causando o incêndio que reduziu 20 mil casos as cinzas. Ademais, o sultão detectava e matava quem ousasse infringir seu decreto de proibição. Não apenas, os moradores que desobedeceram o Murad IV morreram em razão do uso de tabaco, o hábito do uso ainda faz vítimas letais, principalmente por meio, de doenças associadas ao tabagismo como doenças cancerígenas e problemas na saúde bucal.

Em primeiro plano, é importante ressaltar que a inalação de tabaco e suas substâncias químicas passam primeiramente pela boca afetando assim a saúde bucal. Um estudo da Universidade da Califórnia concluiu que 8 entre 10 pacientes com câncer bucal eram fumantes, evidenciando uma enorme desvantagem para com a saúde. Além disso, a saúde bucal é associada frequentemente com dentes brancos, contudo, o alcatrão do tabaco não só impossibilita a condição dos dentes claros, como também, causa mau hálito ao tabagista.

Outro ponto relevante, é que eu uso do tabaco causa algumas lesões irreversíveis. Decerto, os fumantes têm uma mínima noção dos males do fumo, tendo em vista que, a Agência Nacional de Vigilância sanitária (ANVISA) coloca imagens demasiado chocantes na intenção de conscientizar das consequências do uso do fumo. Contudo, o número de fumantes no Brasil ainda é alto, cerca de 25 milhões de dependentes da nicotina, causando um enorme aumento de doenças cancerígenas dado que, o tabaco colabora com mais 14 tipos e em principal o câncer de pulmão.

É preciso, portanto, intervir para que haja uma redução no número de fumantes. Nesse sentido, o Ministério da Saúde (MS) deve promover campanhas sobre o tratamento já disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).Isso deve ser feito através de cartazes nas principais ruas das cidades devido a sua grande quantidade de circulação populacional de modo a, atrair tabagistas que não tinham conhecimento da opção gratuita de tratamento.