Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 20/07/2020
O tabaco é uma planta originada dos Andes e era muito utilizada pelos indígenas no passado. Atualmente, a planta é muito utilizada em sua forma de fumo e, segundo o médico Drauzio Varella, pelo menos 25% da população do Brasil é fumante. Contudo, a prática de fumar causa muitos impactos negativos à saúde, sendo meléfico ao povo. Então, o vício pelo tabaco e as doenças posteriores a ele são altamente prejudiciais a vida.
Desse modo, segundo o filósofo indiano Jiddu Krishnamurti, não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente. De mesma forma, não é saudável se acomodar ao tabagismo. Assim, o vício pelo tabaco é causado por causa de uma substância chamada nicotina, que afeta o cérebro, causa sensação de prazer e, consequentemente, de dependência. Entretanto, por provocar abstinência, não é tão fácil abandonar tal hábito e as doenças causadas por ele são muito sérias (como doenças cardiovasculares, câncer pulmonar, entre outras). Por isso, é importante que o Ministério da Saúde (MS) esteja atento para essas questões, isso porque, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a prática causa cerca de 4,9 milhões de mortes por ano no mundo.
Além disso, segundo a OMS, define-se como saúde o bem-estar físico, psíquico e social. Porém, o tabagismo pode causar diversas doenças, não permitindo o bem-estar físico do cidadão fumante. Dessa maneira, um dos males mais preocupantes é o enfisema pulmonar, que causa destruição dos alvéolos pulmonares, gerada pelo frequente consumo de substâncias tóxicas, o mais preocupante é sua irreversibilidade, podendo levar à óbito. Portanto, cabe ao MS incentivar a prevenção dela e de outras doenças.
Dado o exposto, faz-se necessário que o MS, por meio de recursos midiáticos, incentive a população a não praticar o tabagismo, para diminuir a taxa de fumantes no Brasil, visto que traz consequências negativas. E ainda, cabe também ao MS, mediante investimentos, aumentar o suporte a fumantes que desejam interromper o hábito, com intuito de diminuir a prática, pois ela provoca impactos negativos à saúde do brasileiro.