Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 16/07/2020
Tabagismo caracteriza-se pela dependência do consumo de tabaco. No Brasil, cerca de 18 milhões de pessoas fumam, de acordo com a OMS. Nesse contexto, infere-se que esse mal é fruto da liberdade de propaganda dada às indústrias de cigarro no século XX, trazendo, consigo, graves consequências à saúde dos que fumam até os dias atuais.
Em primeira análise,vale destacar que mesmo com a proibição de anúncios, o produto é ainda muito utilizados pelos brasileiros.Sabe-se que, o público alvo das indústrias é atingirem os jovens desenvolvendo outros tipos de cigarro,como por exemplo narguilé e cigarros eletrônicos que são aromatizados e atraentes sendo mais vulneráveis ao modismo que, acaba acarretando uma reação em cadeia entre eles.Desse modo, virando o principal consumidor desse hábito pois, a nicotina possui um alto poder viciante sendo grande provável torna-se um adulto viciado .Conforme, os dados da folha de São Paulo 1 a cada 10 brasileiros é fumantes ,sendo sua maioria jovens entre 18 e 24 anos. Além dos danos á saúde ,a prática do tabagismo favorece o consumo de outras drogas, pois buscam efeitos mais intensos como as drogas ilícitas. Esse dado é confirmado por pesquisas acadêmicas da saúde (OMS)realizadas no Brasil e em outros países.
Em segundo lugar, vale mostrar as consequências como resultado do vício em tabaco. O consumo de cigarro aumenta as chances de desenvolver doenças cardiovasculares e vários tipos de câncer, inclusive pelos que fumam passivamente. Dessa forma, erradicar o tabagismo significa desafogar o sistema de saúde do Brasil, já que muitas das doenças advindas desse hábito poderiam ser evitadas..Consoante ao número de causas de morte relacionadas ao tabaco são as doenças cardiovasculares, o câncer de pulmão e a DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica).Além disso,lesiona também pessoas que compartilham o mesmo ambiente que o usuário pois, o contato com a fumaça expelida também é prejudicial. Em consequência disso, as pessoas que fumam acabam utilizando mais recursos dos sistemas de saúde que os não fumantes.
Logo, medidas públicas são necessárias para alterar esse cenário. É fundamental, portanto, a intervenção do Estado junto com o Ministério da Saúde, para a construção de clínicas de apoio, por meio de palestras de ex-usuários e aconselhamento médico associado a terapia medicamentosa. Ademais , fica a dever da mídia realizar propagandas , afim de abordar as consequências do fumo e dependência da nicotina no organismo de quem o consome. Com isso, espera-se reduzir o número da tal prática e o aumento da perspectiva de vida em toda sociedade.