Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 15/07/2020
No documentário “Fumando Espero”, o tabagismo é abordado em uma perspectiva histórica, da criação à popularização nas telas de Hollywood, sem deixar de pontuar os malefícios do vício. Sendo assim, o longa-metragem explicita a principal causa da popularização do cigarro e a principal consequência de seu uso: glamourização, devido aos filmes das décadas anteriores, e degradação da saúde das pessoas que usam, respectivamente.
A priori, vale salientar que o cinema contribuiu expressivamente para a ascensão do cigarro na década de 90, uma vez que 87% dos filmes mostravam alguém fumando, de acordo com uma pesquisa feita em 2017. Dessa forma, o tabagismo passou a ser tratado com algo natural e ganhou cada vez mais adeptos, pois, nesse anos, a legislação, por ser muito abrangente e pouco rígida, não previa inúmeras situações, como locais específicos para fumar, protegendo a população do fumo passivo.
Sendo assim, com o avanço do uso do tabaco, iniciou-se os investimentos em pesquisas médicas para descobrir as consequências físicas e emocionais do fumo, ativo e passivo. Por conseguinte, concluiu-se que seu uso acarreta, além da dependência, inúmeras doenças que variam desde baixa na imunidade até câncer e outras enfermidades agressivas. Devido a isso, o Brasil, e diversos outros países, incrementaram em sua legislação medidas para regulamentação do uso e da venda desse entorpecente, mesmo assim ainda são pouco rígidas e pouco aplicadas.
Portanto, é de suma importância que o Governo Federal e a mídia nacional trabalhem juntos para desglamourizar e desincentivar o fumo, por meio do cancelamento de propagandas das indústrias desse ramo e outras medidas para desacelerar a venda nesse setor, mediante ao enrijecimento das leis já vigentes. Assim, o tabagismo no século vinte e um irá decair até a extinção de tal costume, que uma vez foi incentivado, mas que será findado efetivamente ao longo dos anos.