Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 15/07/2020

Em virtude do cenário atual,tabagismo caracteriza-se pela dependência do consumo de tabaco. No Brasil, cerca de 18 milhões de pessoas fumam, de acordo com a OMS. Nesse contexto, infere-se que esse mal é fruto da liberdade de propaganda dada às indústrias de cigarro no século XX, trazendo, consigo, graves consequências à saúde dos que fumam até os dias atuais.

A priori, cabe ressaltar o fator determinante que amplificou o consumo de tabaco. Em meados do século passado, reproduzia-se, nos meios de comunicação, comerciais que estimulavam o consumo de cigarros pela população brasileira sob a prerrogativa de que fumar era atividade culta e trazia benefícios à saúde. Sendo assim, muitos indivíduos, sob essa falsa ideia, passaram a consumir tabaco sem a consciência dos seus malefícios, com o costume de fumar passando de geração em geração até os dias atuais.

Outrossim, vale mostrar as consequências como resultado do vício em tabaco. O consumo de cigarro aumenta as chances de desenvolver doenças cardiovasculares e vários tipos de câncer, inclusive pelos que fumam passivamente. Dessa forma, erradicar o tabagismo significa desafogar o sistema de saúde do Brasil, já que muitas das doenças advindas desse hábito poderiam ser evitadas.

De acordo com os fatos supracitados é evidente, portanto, que a dependência do cigarro foi estimulada anos atrás pelas propagandas, trazendo consequências até os dias de hoje. Diante disso, cabe ao Poder Executivo elevar os tributos sobre o mercado de cigarros para que fique mais difícil adquirir esse produto e, assim, diminuir o número de tabagistas no país. Ademais, o Ministério da saúde, em parceria com a Mídia, deve promover campanhas conscientizadoras sobre os prejuízos advindos do uso de tabaco,com o intuito de afastar os usuários desse vício e, consequentemente, desafogar o sistema de saúde brasileiro. Dessa maneira, o Brasil poderá diminuir o tabagismo.