Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 16/07/2020
O Tabagismo pode ser definido como uma doença relacionada com a dependência de nicotina, além de ser fator de risco para aproximadamente 50 enfermidades como cânceres, doenças pulmonares, cardíacas e outras. É claro, portanto, o impacto negativo do tabagismo, principalmente na esfera da saúde pública. Por isso, é necessário analisar os fatores que causam o constante aumento desse problema e medidas para combatê-lo.
De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no Brasil, estima-se que o tabagismo seja responsável por 200 mil óbitos ao ano, um número que apenas cresceu com o passar do tempo. Decerto, tal crescimento está diretamente relacionado com a cultura da glamourização do tabaco, presente principalmente na indústria cinematográfica da Era de Ouro de Hollywood, na qual a maioria dos filmes contava com várias cenas que associavam o ato de fumar ao luxo e glamour. Apesar dos avanços e campanhas antitabagismo que ganharam força ao longo dos anos, essa problemática ainda é preocupante no Brasil e é preciso alterá-la.
Segundo a Secretaria de Estado de Saúdo de São Paulo, dois a cada três aneurismas estão ligados à fumantes, e eles possuem até três vezes mais chances de terem infartos cardíacos. Ademais, os fumantes passivos sofrem tanto quanto os ativos, ao considerar que a fumaça exalada contém as toxinas três vezes mais concentradas. Certamente, o aumento dessas tantas doenças causam inchaço do sistema público de saúde, o que impede o atendimento dos cidadãos que necessitam de atendimento. À vista disso, são fundamentais medidas que modifiquem essa realidade, uma vez que o direito à saúde está previsto constitucionalmente.
A fim de combater o tabagismo no Brasil, é papel do Ministério da Saúde intensificar as campanhas antitabagismo que consigam abranger o maior público possível, utilizando de programas de incentivo ao repúdio do tabaco, propagandas e publicidades. Isso será possível por meio do uso de meios midiáticos como redes televisivas, rádios e redes sociais, assim, a população irá evitar essa prática ao entender sua intensa negatividade.