Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 16/07/2020
Com o surgimento do Covid-19, em 2020; milhares de pessoas entraram no grupo de risco para o contágio, entre elas os fumantes, já que são os mais condicionados a contrair problemas respiratórios e cardiovasculares, por conta do cigarro. Esta situação leva a conclusão, que a prática do tabagismo não traz nenhum benefício, pois apenas facilita a contração de doenças, e possível morte; além de contribuir com a poluição do planeta.
Primeiramente, é necessário ressaltar que as substâncias presentes no cigarro, são tão prejudiciais a saúde que levaram ,em 2008, cerca de 130,2 mil pessoas a morte. Esta informação fornecida pelo IBGE, apenas comprova que o tabagismo e o seu comércio, são um erro, e que suas propagandas devem ser proibidas de serem divulgadas, pois só dessa forma os prejuízos vão ser amenizados.
Ademais, ao se fumar um cigarro, libera-se gás carbônico que apenas aumentará a taxa de poluição, o que afeta não só a saúde do fumante, mas de todos que estão a sua volta. Além disso, as bitucas de cigarro são frequentemente jogadas no chão das cidades, sujando as ruas e causando consequências ruins ao futuro do meio ambiente. Dessa forma, pode se relacionar toda a questão do tabagismo a frase de Pablo Neruda, ao dizer que: “Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências.”. Logo, não há motivos para que o cigarro esteja em circulação ainda.
Portanto, o governo deve, por meio da proibição das propagandas de cigarro, acabar com a disseminação do produto, com a finalidade de diminuir o número de compras, e automaticamente o de doenças e mortes por conta do tabagismo. Além de contratar servidores, que aplicarão multas para aqueles que poluírem o ambiente com as bitucas. Tudo isso, para acabar com a cultura do tabagismo na contemporaneidade.