Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 15/07/2020
Casos cada vez mais crescentes.Danos à saúde irreparáveis,como em algumas partes do cérebro e para as gestantes,no feto durante o período gestacional .Contribuição para a crise do país,onde diminui o número de trabalhadores com pouca produtividade,esta, proveniente da má saúde.Esse é o retrato do tabagismo no século XXI.Logo, são necessárias medidas para combater essa realidade.
Primeiramente,é importante destacar que,por se tratar de um ramo prejudicial à saúde,e consequentemente ter como final muitas das vezes o óbito, o tabagismo direciona suas propagandas ao público jovem.Com o intuito de se renderem ao vício dês de cedo,para manter a indúsitria sempre lucrando, o tabagismo cria suas propagandas visando os jovens,que, por problemas como a aceitação em grupos e a adolescência acabam se rendendo.Portanto,nesse sentido,o destino e o alto consumo da indústria tabagista precisa ser freado.
Por conseguinte,é possível constatar dois impasses para acabar,ou diminuir os grandes rastros de vítimas que o tabagismo deixa:a busca incansável pelos lucros e as propagandas direcionadas aos jovens.O primeiro retrata o enorme retorno que as empresas tabagistas recebem de seus usuários.Já o segundo são as propagandas criadas para cativar os jovens.Ambos os problemas são problemas criados pela ambição de capital.Portanto,se fazem necessárias medidas para reverter esse quadro.
Urge a criação de fiscalizações feitas pelas redes sociais e emissoras de televisão quanto a exibição de propagandas referentes ao tabaco;maneiras menos prejudiciais quanto a confecção do tabaco.Cabe ao Ministério da Saúde juntamente com o Ministério da Educação e a CONAR essa função,por meio de palestras,em escolas e espalhadas pela comunidade exibindo o quão prejudicial é o hábito de fumar;e regras mais rígidas impostas às empresas.Essas medidas,caso feitas em conjunto,poderão diminuir o número de usuários de tabaco,diminuir os índices de óbitos, e a quantidade de usuários jovens.