Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 10/07/2020

No início do século XX, fumar era considerado tendência para a população que possuía um alto poder econômico, demonstração de luxo e riqueza, não tão raro de ver-se nos filmes norte-americanos na indústria do cinema glamoroso de Hollywood. Porém, esse ato tornou-se um hábito para as demais camadas sociais que acarretou em um entrave nas sociedades menos favorecidas, devido à falta de informações sobre a causa e as reações do manuseio do cigarro.

A posteriori, a maior parte dos fumantes são de 18 aos 24 anos, diminuindo a qualidade de vida do cidadão e dando entrada para outros vícios. As consequências para o indivíduo, debilitando seu organismo com efeitos negativos no sistema cardiovascular, respiratório e cerebral. De acordo com a Fundação Fiocruz  428 pessoas morrem por dia no Brasil por causa do cigarro.

Ademais, a glamorização do cigarro não é de hoje, a maioria dos fumantes são influenciados pelos amigos e no âmbitos familiares,  deve-se seguir a vontade da maioria, necessidade de chamar atenção se comportando como adulto. Esse fator ocorre, pois há a necessidade de aceitação em grupos e na sociedade.

Fica evidente, portanto, que medidas devem ser tomadas para amenizar a questão. Logo, o Governo, o Ministério da Saúde e a sociedade, por meio de busca de investimentos, deve promover a fiscalização a venda de cigarros, punição para a comercialização para menos de idade e investir no tratamento de viciados. Somente assim, esse problema será gradativamente erradicado.