Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 08/07/2020
Após a criação do cinema, no final do século XIX, em grande parte dos filmes o cigarro era representado como luxuoso, induzindo o seu consumo por status. Hodiernamente, o tabagismo não é mais visto com bons olhos , porém, a sua utilização ainda é muito pertinente. Isso se deve, sobretudo, à falta de campanhas preventivas que resulta em grande consumismo. Desse modo, é urgente a reversibilidade do cenário em questão.
A priori, convém destacar a falta de campanhas preventivas como uma problemática para com o tabagismo. Tal fato ocorre, porque no Brasil, não há uma preocupação com os problemas causados pelo tabago, já que o comercio desse é muito lucrativo. Como prova disso, a revista Veja publicou uma reportagem, mostrando que 30% dos fumantes acreditam que o cigarro não causa tantos problemas a saúde. Logo, percebe-se que a desenformação prejudica a saúde dos brasileiros. Assim, a desconstrução dessa normalidade se faz imediata.
A posteriori, a falta de informação tem como consequência o aumento do consumo. Isso ocorre, pois o cigarro ainda é tratado como algo atrativo, para se “livrar” e esquecer dos problemas. Segundo o Globo Esporte, quase metade dos fumantes usaram seu primeiro cigarro na adolescência, fase de transição, experimentos e descobertas. Logo, é perceptível que a saúde da população está sendo colocada em risco devido pela falta de uma informação para com esse grupo de pessoas. Em vista disso, urge que medidas sejam tomadas para alterar essa triste realidade.
Torna-se imprescindível, portanto, atitudes que mitiguem os problemas causados pelo tabagismo. Para isso, é papel do Ministério da Saúde investir em campanhas preventivas, por meio de propagandas e publicidades, mostrando os reais malefícios causado pelo cigarro, com o propósito de diminuir o seu consumo. Para que assim, a saúde da população seja preservada.