Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 13/06/2020
A América Espanhola, ocorrida no século XVI, foi o período no qual espanhóis conquistaram a América Central. Nesse contexto, esses europeus conheceram os índios e as folhas da planta que dão origem ao tabaco, em seguida espalhado para o resto do mundo. Sob essa ótica, no século XXI, observa-se os problemas e as consequências do tabagismo no Brasil, os quais ocorrem devido a uma herança cultural e acarreta, por conseguinte, danos ao corpo.
A princípio, uma das causas do uso do cigarro de tabaco é a herança cultural. Nesse sentido, durante o século XX, a quantidade de propagandas no país sobre esse tema, influenciou jovens e adultos ao consumo desse produto, que reverbera na contemporaneidade. Desse modo, segundo o Auguste Comte, no livro “Curso de Filosofia Positivista”, uma sociedade apenas consegue o progresso por intermédio do conhecimento científico. Nessa perspectiva, nota-se a importância da ciência no combate ao tabaco, pois ao descobrir seus males o Estado pode dificultar sua propagação.
Nesse viés, outro fator relevante ao assunto são os danos nocivos ao corpo por essa droga causados, como os cânceres de pulmão e de boca. Ademais, essas doenças tendem a evoluir ao óbito se não tratadas rapidamente. Além disso, a Constituição Federal estabelece, em seu artigo sexto, o direito à saúde para todos, o que nesse cenário não é exercido, pois a utilização coletiva configura-se um problema de saúde pública no território nacional.
Portanto, diante do exposto, urge que o Ministério da Saúde realize campanhas de conscientização, por meio de propagandas televisionadas. Em suma, tal ação deve orientar o tecido social brasileiro do quão prejudicial é o ato de fumar, bem como informá-los sobre a gratuidade de tratamento, no Sistema Único de Saúde, para interromper seu uso. Assim, objetiva-se reduzir o consumo desse cigarro. Só então será possível superar a questão do tabagismo no Brasil.