Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 08/06/2020
A Revolução Médico-Sanitária caracterizou-se pelo desenvolvimento de pesquisas médicas, principalmente no que se refere aos malefícios de certas substâncias e produtos ao corpo humano, a exemplo do cigarro, no contexto de meados do século XX. No entanto, hoje, apesar dos evidentes danos do uso do cigarro descobertos no período, esse consumo encontra-se em exponencial ascensão em pleno século XXI. Desse modo, o aumento do consumo de cigarros em questão é prejudicial ao desenvolvimento do indivíduo e à sua saúde.
Em primeira análise, deve-se salientar que o uso de cigarros desencadeia problemas na formação escolar do indivíduo. Isso é evidenciado, quando se observa as substâncias presentes no produto, as quais diminuem a concentração dos usuários, em função da capacidade viciosa que essa droga lícita possui. Por efeito, nota-se uma precária atenção nas aulas escolares, na qual se perde conhecimentos fundamentais, promovendo futuramente problemas em sua inserção no mercado de trabalho. Sob essa ótica, o filósofo Kant explicitava que o homem é nada mais do que aquilo que a educação faz dele, o que contrasta os danos decorrentes do uso do cigarro, de modo que possui sua formação escolar impactada.
Ademais, cabe discutir que a problemática provoca severas consequências físicas ao corpo do indivíduo. Esse fato é comprovado, quando se observa o consumo excessivo do produto, em virtude de uma busca por inserção e enquadramento social, devido à relação de popularidade vinculada a seu uso. Por conseguinte, desenvolve-se uma cultura, na qual estimula o uso desse item maléfico à saúde, desencadeando danos permanentes ao usuário, a exemplo de câncer e problemas respiratórios. Sob essa ótica, o filósofo Schopenhauer, explicitava a característica do ser humano de abdicar de suas necessidades fundamentais, como a saúde, em prol de interesses fúteis, o que contrasta a realidade contemporânea dos jovens de uso desregrado do cigarro, de modo a desprezar sua saúde.
Torna-se evidente, portanto, que o uso de cigarro é nocivo ao avanço humanitário brasileiro. Dessa forma, o governo federal deve estimular a redução de substâncias danosas ao corpo humano, por meio de um acordo entre as empresas e o Estado, com o intuito de estabelecer uma quantidade inferior permitida segundo a lei e, assim, reduzir a capacidade danosa do cigarro. Somado a isso, o ministério da educação deve elaborar campanhas publicitárias de combate ao tabagismo nas escolas e redes sociais, a partir da colaboração com ONGs , a fim de promover a conscientização dos impactos para o usuário. Com isso, a partir dessa medidas, poderá se criar uma realidade de maior combate à essas substâncias, similar à Revolução Médico-Sanitária.