Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 04/06/2020

Tabagismo e suas consequências na atualidade

O uso de tabaco só cresce ao longo do tempo e essa indústria tabagista tem ganhado cada vez mais destaque dos jovens em nossa sociedade contemporânea. Salvo que, segundo a OMS, de 2018 para 2020, houve uma queda considerável de 10 milhões de tabagistas. Mesmo com essa queda, a indústria não para de crescer. Pesquisas do Globo Esporte mostram que também houve um crescimento de 8,5% dos jovens entre 18 a 24 anos de idade que utilizam a nicotina.

Indubitavelmente, com o crescimento de jovens fumantes, mais danos na saúde dessa geração serão acarretados. O tabagismo tem inúmeras consequências maléficas para o organismo a curto e a longo prazo, como: hipertensão arterial, enfisema pulmonar, Angina Pectoris (falta de ar no coração), cânceres de pulmão, dentre outras. Além de que, em cada tragada são inaladas 4.700 substâncias tóxicas prejudiciais á saúde, a principal delas: a Nicotina, que entra no cérebro, causando vício pelo cigarro e problemas na circulação sanguínea.

A fim de continuar reduzindo cada vez mais esse consumo, devemos conscientizar os jovens, e mais do que isso, não incentivar uso de drogas lícitas no geral. Por certo, se houver uma evolução, autocuidado e empatia por parte das pessoas o mercado tabagista tende a acabar vendendo menos ao longo do tempo, e com isso menos males patológicos serão diagnosticados nas pessoas no futuro.

Em suma, os estudos a respeito das causas e dados sobre a nicotina devem ser feitos e também pesquisas com dados populacionais de usuários tem que ser levantadas, para que, com o tempo e ajuda de todos, inclusive do governo, haja uma diminuição dos fumantes no país.