Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 01/06/2020

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, garante a todos os indivíduos o direito à saúde, educação e ao bem estar social. Entretanto, no Brasil, a dependência ao tabagismo e os problemas de saúde acarretados pelo seu uso, impede que uma parcela da população usufrua desse direito  internacional na prática. Com efeito, evidencia-se a necessidade de promover melhorias no sistema de saúde do país.

A priori, na fumaça do cigarro podem ser encontradas mais de 4 mil substancias toxicas, dentre elas a nicotina que causa dependência aos usuários. Além disso cerca de sete milhões de pessoas em todo o mundo morre por conta do uso do tabaco, seguindo site “paho”, no artigo 196 da Constituição, a saúde é direito de todos e dever do Estado, essa saúde deve ser garantida mediante políticas públicas.

Outrossim, o tabaco deixa aproximadamente 780 mil  pessoas doentes anualmente, segundo a revista galileu, acarretando um gasto de 21 bilhões com tratamento. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Diante de tal contexto, a educação entra como mobilizador essencial da problemática.

Infere-se, portanto que ainda há entreves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que o Ministério da Saúde, promova juntamente com as Unidades de Saúde Básica de cada município, psicoterapia individual ou em grupo com pacientes que são tabagistas, para tratar a dependência. Além disso, que cada Estado, promova por meio de mídias como radio, televisão e folhetos, campanhas educacionais informativas sobre as consequências à saúde, para quê a população tenha conhecimento sobre os malefícios do seu uso, e também informe aos pacientes dispostos a deixar o tabagismo que há tratamento gratuito na rede pública.