Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 23/06/2020

À luz de Arthur Schopenhauer, o maior erro do homem é sacrificar sua saúde por qualquer outra vantagem. Todavia, a postura da sociedade contemporânea contraria o pensamento do filósofo no que tange ao uso excessivo do tabaco. Nesse contexto, a escassez de campanhas contra o tabagismo propicia a persistência de tal cenário que culmina no comprometimento da saúde da população.

Primeiramente, cabe ressaltar que a falta de campanhas contra o uso do tabaco como droga corrobora para tal panorama. Nesse ínterim, segundo o filósofo Aristóteles, a política deve ser feita em prol da coletividade. Percebe-se, no entanto, a carência de projetos do Estado destinados à diminuição da prática do fumo na sociedade. Desse modo, evidencia-se a falha do Poder público perante seu papel social, visto os prejuízos que tal hábito pode trazer a população.

Por conseguinte, tal conjuntura resulta em danos fisiológicos que podem colocar em risco a vida dos cidadãos. Diante disso, vale salientar que de acordo com a Organização Mundial da Saúde, o tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas por ano. Assim sendo, é notório a participação do fumo nos índices de mortalidade, o que comprova a periculosidade de tal prática para os indivíduos. Dessa forma, indubitavelmente, a persistência de tal cenário é alarmante.

Dessarte, a precariedade de políticas em combate ao tabagismo reverbera em riscos à vida da população. Portanto, o Ministério da Saúde em parceria ao Ministério da Educação deve promover campanhas de conscientização, por meio de palestras em escolas, a fim de minimizar a problemática. Ademais, as mídias sociais, principais ferramentas comunicativas atuais, devem informar acerca dos danos causados por tal vício, por intermédio de publicidades, com o intuito de alertar aos cidadãos e de que a postura da sociedade concorde com o proposto por Schopenhauer.