Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 12/04/2020

No filme “The Irishman” é mostrado que nos Estados Unidos o hábito de fumar era extremamente comum durante os anos 60, em que não havia preocupação quanto à saúde. Fora da ficção, no Brasil do século XXI, o tabagismo ainda continua a ser um enorme problema causando doenças pulmonares e cardíacas que afetam diretamente a qualidade de vida do indivíduo. Sendo assim, faz-se preciso adotar medidas a fim de atenuar esses problemas.

Em primeiro lugar, o hábito de fumar é responsável diretamente pelo aumento do número de casos de câncer de pulmão, no qual, pode levar o paciente a óbito. Por intermédio de um relatório divulgado pelo INCA(Instituto Nacional do Câncer) no ano de 2015, foi mostrado que cerca de 13% dos tumores malignos que afetam os pacientes são pulmonares, e que não obstante, cerca de 25000 mil mortes nesse ano estão relacionadas a essa terrível patologia, o que são números assustadores. Além disso, de acordo com uma entrevista concedida ao programa “Roda Viva”, o Doutor Dráuzio Varella mostrou que o aumento preocupante desse índice supracitado pode vir a sobrecarregar o Sistema Único de Saúde(SUS) comprometendo a quantidade de leitos e aumentando a fila de doações de órgãos, o que sem dúvidas pode ser um grande problema para a saúde pública do país intensificando esse número de mortos.

Além disso, o tabagismo possui uma enorme influência no número de doenças cardíacas, o que pode comprometer a saúde do paciente levando-o a uma morte precoce ou diminuindo a sua qualidade de vida. Por meio de uma matéria realizada pela Revista Abril, foi mostrado que uma pessoa fumante tem até 5 vezes mais chances de sofrer com doenças como infarto e derrames do que uma pessoa que não possui o hábito, reforçando assim a necessidade do controle por parte do usuário para evitar que essa condição não venha a se concretizar. Ademais, um estudo feito pela ACTBR, uma organização responsável por ajudar os usuários a combater o ato de fumar, mostrou que não existem quantidades seguras para consumir cigarros por dia, mesmo uma única unidade já é capaz de provocar diversos danos no coração do usuário. Por isso, é de vital importância o papel do próprio usuário para combater essa danosa patologia.

Portanto, diante do analisado faz-se necessário que o usuário, principal agente responsável pelo tabagismo no Brasil, através do acesso à internet e às redes televisivas, procure se informar com oncologistas, como o Dráuzio Varela com o objetivo de fazer esse indivíduo se conscientizar e, consequentemente, procurar por um tratamento médico a base de nicotina para curá-lo do tabagismo, e assim poder desfrutar de uma melhor qualidade de vida. Feito isso, o país alcançará o progresso.