Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 18/03/2020
O tabaco é utilizado pelos Índios desde antes da chegada dos portugueses ao Brasil e, após ser levado à Europa, nasceu o cigarro o qual conhecemos hoje. Antigamente, foi visto como um item de poder e autoconfiança. Porém, hoje, após ser popularizado, tem causado doenças mortíferas e prejuízo aos cofres públicos devido aos seus diversos efeitos nocivos. Com isso, convém esclarecer os danos e consequências do tabagismo.
Primeiramente, é importante lembrar que o tabaco só traz prejuízo à vida. De acordo com a Organização mundial da Saúde(OMS), ocorrem cerca de 5 milhões de mortes por ano em função do uso de cigarros. Isso acontece porque o fumo sucede a uma saúde fragilizada e o ato do fumo, na maioria das vezes, é motivado por episódios psicológicos- para disfarçar o tédio ou amenizar a ansiedade, por exemplo. Além disso, é incentivado biologicamente por drogas psicoativas que induzem o usuário repetir esse comportamento. Dessa forma, o indivíduo destrói sua saúde em busca de um prazer que possa suprir a sua mente.
Ademais, as doenças causadas pelo fumo oneram os cofres públicos. Conforme o Ministério da Saúde, em 2015, houve um saldo negativo de 44 bilhões em relação ao imposto arrecadado e aos gastos na saúde. Vale ressaltar que essa estatística envolve os fumantes passivos, ou seja, aqueles que apenas inalam a fumaça dispersa no ar. Assim, pode-se dizer que o ser humano utiliza algo que não provê benefícios pessoais e ainda prejudica a comunidade em que vive, ao utilizar um dinheiro e um sistema de saúde que poderia socorrer quem não teve escolha de estar numa situação de saúde complicada.
Portanto, é dever de todos buscar uma vida mais saudável e contribuir na sociedade. Para isso, o governo deve desestimular a fabricação de cigarros, de maneira que os fabricantes sejam responsabilizados pelos gastos com a saúde de fumantes na rede pública, com a finalidade de retornar o dinheiro em prol da população, por meio de investimentos em materiais dos hospitais(medicamentos e etc) e ampliação desses imóveis para possibilitarem mais leitos. Outrossim, o Estado deve garantir autonomia aos policiais e estabelecimentos para garantirem o cumprimento da lei, de modo que eles possam efetuar o recolhimento de verbas para a União por meio de mutas aos indivíduos que desobedecerem a lei antifumo(promulgada em 2014 e que proíbe fumar em locais parcialmente fechados). Além disso, cabe a cada indivíduo reconhecer as desvantagens do tabaco, buscar ajuda médica e psicológica (as quais são possíveis pela rede pública) e, assim, contribuir com a sociedade.