Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 21/02/2020
Nos loucos anos 20, o consumo de bebidas alcoólicas e cigarros eram exacerbados. As propagandas veiculadas em jornais e rádios, incentivavam homens, mulheres e crianças para o consumo inconsciente. Uma vez que, o hábito de fumar era considerado privilégio das camadas mais altas da pirâmide estamental, criando assim, o esteriótipo sofisticado e sendo incorporados, gradativamente, pelas outras classes sociais com o passar dos anos. Para mais, atualmente, o consumo popularizou-se trazendo estragos no meio ambiente, na saúde, nos fumantes passivos e, consequentemente, multiplicando o número de óbitos no mundo inteiro.
Antes de mais nada, o filósofo F. Nietzsche diz que o ser humano “ama o desejo e não o desejado”. Cujo ressalto é de que os fumantes absorvam a cultura publicitária inconscientemente para buscar algum desejo - privilégios. Com isso, não percebem que o tabagismo causa muitos problemas, principalmente, com a dependência da nicotina, já que é considerado um tipo de droga. Pois, de acordo com o blog Sesi Farmácia, de 2018, existem “4700 substâncias nocivas no cigarro” que, muitas vezes, apresentam doenças assintomáticas, como é o caso da apresentadora Ana Maria Braga, que recentemente foi diagnosticada com câncer no pulmão provocado pelos constantes maços que inalava. Visto que, ela vivenciou em sua geração o uso do cigarro para os privilegiados e continuou a nutrir o vício, já que há muita dificuldade na interrupção do uso.
Ademais, o uso contínuo traz poluição do ar e afeta os não-fumantes prejudicialmente, pois a fumaça no sistema respiratório causa doenças gravíssimas - piores do que aqueles que já estão em contato há um tempo - e até mesmo a morte. Com isso, há a necessidade de estagnar doenças causadas por essa fumaça, já que de acordo com a revista Galileu, de 2018, há mais de 780 mil brasileiros com os sintomas presentes. Além de contribuir com mais poluentes na camada de ozônio que possibilita o descontrole de alterações ambientais que prejudicam todos os seres vivos - humanos e animais. Nesse contexto, João Bosco, líder comunitário, cita que: “a preservação ambiental significa um compromisso com a vida”, cuja finalidade seja a diminuição do consumo por questão de elegância e para aguçar o olhar de que todos morrem aos poucos com aquelas substâncias nocivas presente nas partículas de ar.
Em suma, é mister que a publicidade seja o principal alvo para reverter o que criara há um século. Para a garantia de saúde da população brasileira é necessário que haja anúncios tão imperativos e informacionais nos mais variados meios de comunicação de massa organizado por estudantes e empresas de propaganda para que a situação possa ser amenizada de acordo com as dimensões do impacto atuais e haja ajuda de profissionais para os viciados numa clínica de reabilitação.