Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 27/11/2019
Aliado a uma imagem de sucesso e poder, o tabagismo faz parte de milhares de jovens e adultos pelo mundo. Mesmo com a proibição de propagandas e a evidenciação dos riscos à saúde provenientes do ato de fumar, muitas pessoas ainda continuam adquirindo tal hábito. Nesse contexto, mostra-se como urgente uma maior conscientização sobre os perigos e as consequências do uso de tabaco.
Atualmente, há a presença de uma ação humanitária para a extinção progressiva dos cigarros em ambiente público. Nos Estados Unidos, muitos estados passaram a definir espaços que permitem ou não a atitude de fumar, com direito a multas para aqueles que não seguirem a legislação. Entretanto, para os jovens, tanto o tabaco quanto outras drogas, entre elas a maconha, são sugeridas em ambientes virtuais, com imagens que, normalmente ligadas ao meio musical, retomam as ideias de sucesso e estilo das décadas passadas. Tendo em vista que a nicotina, presente no cigarro, é responsável por um nível de dependência parecido com o da cocaína e que as substâncias tóxicas podem prejudicar a saúde tanto do fumante passivo quanto do ativo, o tabagismo pode ser considerado como um grave problema que deve ser combatido.
Ainda mais, com o aumento do número de pessoas adeptas a este estilo de vida, muitos problemas de saúde ganharão evidencia no meio social, como câncer, bronquite, enfisema pulmonar e doenças coronarianas e vasculares. Com isso, poderá ocorrer uma diminuição na expectativa de vida tanto dos tabagistas quanto daqueles que convivem com ele, o que pode envolver adolescentes, crianças e outros adultos.
Portanto, cabe ao governo a ampliação da conscientização contra o uso do tabaco por meio de campanhas. Além disso, é necessário que escolas e professores criem projetos para educar crianças e adolescentes sobre o risco do cigarro e outras drogas, incluindo até mesmo o álcool. Afinal, de acordo com o filósofo estadunidense Ralph Waldo Emerson, “a saúde é a maior riqueza”.