Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 24/10/2019
Desde a era do cinema mudo, no início do século 20, o cigarro tornou-se algo pertinente a ser exibido para a sociedade. Assim, com a glamourização e os lucros obtidos com a venda do tabaco, os malefícios passaram despercebidos durante muito tempo. Entretanto, problemas como o vício que, consequentemente, traz consigo doenças e os danos ao meio ambiente precisam ser levados em conta em debates.
Em primeira instância, cabe ressaltar o índice de mortalidade devido ao tabagismo. Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 100 milhões de mortes foram causadas pelo tabaco no século XX, sendo o único produto legal que causa a morte de metade de seus usuários regulares. Dessarte, a nicotina é uma substância presente no cigarro e que é responsável por gerar dependência química e psicológica. De maneira análoga, o filósofo Schopenhauer apresenta o paradoxo da vontade, no qual os desejos dos indíviduos nunca são satisfeitos e, dessa forma, pode ser relacionado ao vício adquirido e não sanado pelos usuários.
Ademais, é relevante a degradação do meio ambiente por causa do tabaco. O uso de agrotóxicos nas lavouras, as bitucas não biodegradáveis, além dos filtros que são de difícil deterioração contribuem para o agravamento da questão ambiental. Então, é considerável que o brasileiro não tem costume de separar e de rejeitar o lixo corretamente, podendo relacionar esses atos com a teoria da ação social do sociólogo Max Weber, em que a conduta é motivada por determinados hábitos. Sendo assim, a desatenção com a natureza é outro fator expressivo nas discussões.
Em suma, para resolver a problemática da compulsão e da negligência com o meio referentes ao fumo, são necessárias medidas. O Governo Federal, juntamente com a mídia, promover campanhas de conscientização que exponham os malefícios do tabaco e incentivar as atividades físicas em prol da saúde, a fim de formar jovens mais informados sobre a questão. Outrossim, o Ministério da Saúde, com as prefeituras e escolas, propiciar cursos relacionados a reciclagem, além de espalhar lixeiras pelas cidades.