Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 12/10/2019

Promulgada pela Organização das Nações Unidas em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a saúde e ao bem-estar social. Contudo, o consumo em excesso do tabaco impossibilita que a população desfrute desse direito universal na prática. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem essa problemática.

Nesse contexto, segundo o filósofo Frederick Angel, ’’ O ser humano influenciado pelo tempo em horizonte em que vive’’. Nesse âmbito, nota-se que o consumo excessivo do cigarro tem influenciado a sociedade de forma negativa. A exemplo disso, consoante estudo realizado pela Organização Mundial de Saúde - OMS -, estima-se que, no Brasil, a cada ano, cerca de 157 mil pessoas morram precocemente devido a doenças causadas por tabagismo. Dessa maneira, faz-se urgente a formulação de uma ação para combater esse hábito.

Outrossim, vale também destacar o consumo dessa droga cada vez mais precoce entre os jovens. A exemplo, o tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde - OMS -, a principal causa de morte em todo o mundo. Além de tudo,  o órgão ainda alerta  que 24 milhões de jovens entre 13 e 15 anos aderem ao uso do cigarro e cerca de 4% da população mundial nesta faixa etária - aproximadamente 13 milhões - usam outros produtos de tabaco, como o cigarro eletrônico . Logo, tal comportamento contribui com a proliferação desse mal.

Portanto medidas são cruciais para minimizar essa realidade. Em primeiro plano, o Ministério da Educação junto com as escolas devem instituir por meio de aulas ministradas por PneumologistaS, voltada para os jovens com objetivo de educá-los e conscientizá-los sobre o assunto desde cedo, para que compreendam a gravidade do consumo excessivo do cigarro. Em segundo plano, veículos midiáticos podem divulgar situações, de modo a conscientizar os cidadãos, e ainda, instrui-los a buscar ajuda médica, quando se tem vítimas dessa droga. Uma mudança necessária, posteriormente, é preciso um  início para garantir a execução dos Direitos Humanos na prática.