Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 27/09/2019
Desde o início do século XX, as propagandas de todo o mundo incentivavam o uso de cigarros, o qual era associado ao glamour e riqueza. Contudo, devido aos males que esse causava, a imagem romantizada foi perdida e caiu no esquecimento. Apesar disso, no cenário atual, o uso dos cigarros se intensificou, o que acarreta consequências para os fumantes e para quem convive com esses, o que se torna extremamente grave e prejudicial.
Em primeiro lugar, é necessário ressaltar as consequências que o tabagismo proporciona. Além da dependência química causada pela nicotina, doenças cardiovasculares e respiratórias são frequentes.Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, o consumo o tabaco, e seus derivados, mata milhões de indivíduos a cada ano. Dessa forma, o hábito de fumar afeta os fumantes ativos e passivos, pois a fumaça, que é muito prejudicial, é inalado por esses dois grupos.
Somado a isso, a prática do tabagismo de maneira precoce se faz cada vez mais presente no contexto atual. Apesar da demanda do cigarro tradicional ter diminuído, o eletrônico é comum entre os jovens, principalmente nos Estados Unidos. Porém, um artigo publicado pelo médico Dráuzio Varella afirma que as doses de nicotina são exageradas nos cigarros eletrônicos. Sendo assim, o uso na juventude pode desenvolver doenças cada vez mais cedo, o que implica medidas urgentes.
Fica claro, portanto, que o tabagismo é frequente e ações devem ser realizadas para amenizar as consequências. Logo, faz-se necessário que o Ministério da Saúde, em parceria com os meios de comunicação, promova campanhas conscientizadoras, por meio das redes sociais, a fim de que o tabagismo seja evitado pelos jovens. Ademais, é importante que as Organizações não Governamentais auxiliem os fumantes a abrir mão desse vício, a fim de evitar futuras doenças. Espera-se que, assim, o uso frequente de cigarros esteja presente apenas nas propagandas do século XX.