Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 10/02/2020

O tabaco é utilizados pelos índios desde antes da chegada dos portugueses no Brasil. Após ser levado a Europa, nasceu o cigarro o qual conhecemos hoje. Antigamente, foi visto como um item de poder e autoconfiança. Porém, hoje, após ser popularizado tem causado doenças mortíferas e prejuízo aos cofre públicos devido seus diversos efeitos nocivos. Com isso, convém esclarecer os danos e consequências do tabagismo.

Primeiramente, é importante lembrar que o tabaco só traz prejuízo à vida. Segundo a Organização Mundial da Saúde(OMS), ocorrem cerca de 5 milhões de morte por ano em função do uso de cigarros. Isso acontece porque o fumo sucede ao enfisema pulmonar, elevada pressão arterial, problemas cardíacos e, por conseguinte, a uma saúde fragilizada. Esse quadro ainda é agravado por causa da sensação de bem-estar gerada pelo cérebro, a qual leva o usuário a repetir o trago dessa substância. Ora, recorrer a algo que possa dar a sensação de prazer e mostrar que não se encontra bem, psicologicamente falando. Dessa forma, o indivíduo destrói sua saúde em busca de um prazer que possa suprir o seu psicológico.

Além disso, essas doenças oneram os cofres públicos.  Conforme relato do Ministério da Saúde, em 2015, houve um saldo negativo de 44 bilhões em relação ao imposto arrecadado e aos gasto na saúde. Nesse contexto, esses gastos poderiam ser revertidos em outros benefícios aos brasileiros, como mais investimento na educação e diminuição de impostos. Vale ressaltar que essa estatística envolve os fumante passivos, ou seja, aqueles que apenas inalam a fumaça que está no ar. Assim, é notável que um cigarro pode prejudicar muitas pessoas ao mesmo tempo.

Portanto, é dever de todos buscar uma vida mais saudável e contribuir com a diminuição de gastos públicos. Para isso, o governo deve desestimular a fabricação de cigarros, por meio de que os fabricantes sejam responsáveis pelo gasto com a saúde de fumantes na rede pública, com a finalidade de retornar o dinheiro para investimentos mais benéficos para a população. Outrossim, o estado deve garantir autonomia aos policiais e estabelecimentos para que eles possam exercer a prática de garantia da lei, por meio da multa diretamente aos indivíduos que não cumprirem a lei antifumo(promulgada em 2014, proíbe fumar em locais parcialmente fechados), e não somente a multa ao estabelecimento. Além disso, cabe a cada indivíduo reconhecer as desvantagens do fumo e buscar ajuda por intermédio de consultas médicas( as quais são possíveis pela rede pública) e terapia de grupos de fumantes, com o objetivo de cuidar da saúde psicológica, para não recorrer ao tabagismo e, também, da saúde física.