Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 29/08/2019
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, o Brasil é o segundo maior produtor de tabaco no mundo. Apesar da planta ser rentável para algumas famílias, por outro lado, gera muitos prejuízos à saúde e também econômicos, tanto para o Estado quanto para os seus consumidores.
Em primeira análise, o tabagismo é uma dependência química, principalmente devido a nicotina existente entre as suas substâncias. Segundo o Ministério da saúde, só em Santa Catarina, 12% dos jovens entre 12 e 17 anos são fumantes. Esses dados são alarmantes, pois, o fumo gera graves consequências a saúde, como: câncer, doenças crônicas e problemas vasculares. Os dados do Instituto Nacional do Câncer comprovam as informações, com cerca de 428 mortes registradas ao dia.
Em segundo plano, estão envolvidas questões econômicas, visto que,2% do Produto Interno Bruto mundial é gasto com problemas de saúde relacionados ao cigarro. Ademais, famílias de renda baixa também são atingidas, pois, segundo a OMS, o consumo de tabaco acomete 10% da renda dos lares mais pobres. Por isso, o tabagismo não gera apenas problemas de saúde, mas também socioeconômicos, logo, o dinheiro que é usado para saciar o vício, poderia ser utilizado em despesas de necessidades básicas dessas pessoas e das suas famílias.
Dessa forma, para que esses indivíduos superem a dependência da droga, são necessárias medidas por parte do Ministério da Saúde, esse, utilizando meios como a mídia e as unidades básicas de saúde, na execução de campanhas educativas que incentivem o abandono do fumo. Tais, devem atingir principalmente os que já fumam, mas também crianças e jovens, para que não decidam iniciar o uso do tabaco. Além disso, o Sistema Único de Saúde, deve deixar explícito para os dependentes que querem abandonar a droga, que ele fornece o tratamento adequado e gratuito.Para que assim, mais pessoas atinjam uma melhor qualidade de vida, e outras não caiam na armadilha da dependência química.