Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 20/08/2019
O tabaco, descoberto nas Américas no século XV, teve seu ápice no século XX, onde era retratado no cinema como algo “descolado”, influenciando milhares a utilizarem. Entretanto, na hodierneidade o cigarro é visto como sinônimo de doença, visto que é altamente viciante e afeta negativamente todo funcionamento do corpo humano.
Em cada cigarro há mais de 4000 substâncias tóxicas ao organismo, sendo a pior delas a nicotina, por ser mais viciante que o crack. O que, com certeza, inibe o fumante a abandonar tais hábitos. Além disso, a fumaça com todas essas substâncias pode provocar câncer no fumante passivo.
Outrossim, o cigarro afeta o cérebro, causando dificuldades de aprendizado e memorização; também provoca abortos espontâneos e doenças cardíacas e pode causar a morte do indíviduo. Isso reverbera com o aumento dos gastos do SUS-sistema único de saúde, que em 2018 chegou a gastar 0,5% do PIB em tratamentos relacionados, direta ou indiretamente, com o cigarro.
Portanto, faz-se necessária a implementação de políticas privadas que desestimulem o uso do cigarro, como o aumento do preço, e por parte governamental que se implemente palestras educativas nos colégios de ensino fundamental II, apresentando os danos causados pelo uso da substância. Sendo tais iniciativas realizadas por empresários, e na segunda pelo MEC. Assim, a longo prazo, com a sociedade instruída, o cigarro deixaria de ser consumido.