Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 19/08/2019
A revista Super Interessante publicou em 2017 que embora o crescimento do número e tabagistas tenha desacelerado, nos últimos 20 anos nunca houve redução do número e cigarros consumidos no planeta.
Problemas
Há, no século atual, uma preocupação justificada contra o consumo de cigarros e tabaco em suas diversas formas, por parte dos governos da maioria dos países. Tal preocupação já se reflete há alguns anos em gastos governamentais com propagandas e conscientização, em programas de apoio para pessoas deixarem de fumar e até a cobrança de impostos mais altos para estes produtos.
É de amplo conhecimento da população brasileira, por exemplo, que o tabagismo, pode causar problemas respiratórios e circulatórios graves, além de doenças como o câncer. Contudo, mesmo com toda essa informação o número de fumantes no país ainda é alarmante.
O estilo de vida da maioria pessoas no século XXI, com números exorbitantes de ansiedade, depressão e transtornos, contribui ainda mais para que continue sendo difícil a redução do número de indivíduos interessados ou presos à nicotina como uma válvula de escape para seus problemas psicológicos.
Esse vício resulta portanto em maiores gastos dos Estados com políticas de saúde pública ou então na impossibilidade de alocação de mais recursos em outras necessidades, além de, obviamente, manter um grande parcela dos cidadãos exposta a riscos de saúde totalmente desnecessários.
Além da atual abordagem dos órgãos competentes quanto às políticas públicas de saúde e ações informativas para os potenciais consumidores de tabaco; os governantes devem se preocupar em fazer uma abordagem multifatorial da situação do paciente viciado em nicotina, com acompanhamento psicológico para tratar outros problemas que este tenha e possa estar contribuindo para uma inclinação ao vício.