Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 19/08/2019

O uso do tabaco está presente na história da sociedade pelo menos desde o século XV, tendo sido, ao longo do tempo, consumido de diferentes formas. No entanto, o cigarro, em pleno século XXl, produzido com tabaco é um dos maiores problemas sociais do Brasil, sem distinção de raça ou classe econômica. Desso modo, o tabagismo é responsável por diversos problemas de saúde; além de causar grandes impactos à sociedade e ao meio ambiente.

Leva de seis a dez segundos para a nicotina chegar ao cérebro, o que a torna extremamente rápida a criação de dependência, de acordo com o Doutor Drauzio Varella. Os problemas causados pela tabagismo são muitos, dentre eles pode-se citar: a combustão do cigarro que produz radicais livres, que oxidam e deterioram os tecidos; a destruição dos alvéolos pulmonares, estruturas responsáveis pela oxigenação do sangue; surgimento de câncer de pulmão, um tumor raro antes do surgimento do cigarro.

O uso do tabaco mata mais de sete milhões de pessoas a cada ano e custa a famílias e governos mais de US$ 1,4 milhões por meio de despesas de saúde e perda de produtividade, de acordo com a OMS. Apesar de gerar grande receita para o Governo, em média de 70% do preço dos produtos feitos com tabaco é convertido em impostos, são grandes os danos causados pelo fumo ao meio ambiente. Tal fato pois, o tabaco, do cultivo até o consumo, afeta o ar, o solo, a água, pelo uso demasiado ou indevido de defensores agrícolas, e ainda causa desmatamento.

Infere-se, portanto, que o tabagismo é um problema crônico da sociedade e precisa ser combatido de imediato. Com isso, o Ministério da Saúde, órgão do Poder Executivo Federal, deve organizar e laborar planos e políticas públicas voltadas para a promoção, prevenção e assistência à saúde dos brasileiros, para impedir o surgimento de novos problemas de saúde relacionados ao fumo. Outrossim, é o Ministério do Meio Ambiente juntamente com IBAMA, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, executar  novas e as principais políticas e diretrizes a respeito do meio ambiente, para a minimização dos impactos ambientais e sociais.