Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 19/08/2019

Desde à infância, principalmente na década de 90, o tabagismo era visto como uma forma de aliviar p estresse ou até mesmo de ser descolado, ser o diferente do grupo, mas com a virada de século no e o início do anos 2000 essa prática tornou-se cada vez mais incomoda e vista como uma ameaça à saúde da população. Todavia, até os dias atuais políticas públicas de combate ao tabagismo foram criadas, como a proibição de se fumar em elevadores, ônibus, aviões ou demais lugares que tenham grande quantidade de pessoas. Entretanto tais políticas parecem ter parado no tempo, e o Governo Federal nada faz, e isso pode ser explicado pois a indústria do tabaco gera milhões em impostos todo ano, tornando inviável qualquer medida efetiva de combate ao fumo e suas mazelas causas à população.

Ademais, o ato de fumar não trás apenas dependência psicológica, mas também doenças que podem afetar futuramente a saúde do usuário, como: câncer de pulmão, fígado e pâncreas de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde.  Embora também possa afetar tarefas simples do dia-a-dia de seus dependentes como fadiga ou cansaço em caminhadas de curtas ou médias distâncias, tosses crônicas e até mesmo afetar as cordas vocais, quando o uso passa de 30 cigarros por dia segundo estudos da Universidade de São Paulo e Ministério da saúde. Não obstante, adolescentes na maioria dos casos desconhecem os malefícios de tais pesquisas, pois seu estimulo vem de filmes, novelas e seriados, quando atores fumam de forma cinematográfica e tornam o ato ‘‘pop’’, atrativo.

Outrossim, o cigarro fabricado no Brasil e contrabandeado de países como Colômbia, Paraguai e Bolívia serve apenas de escudo para à entrada de outros tipos de drogas ilícitas oriundas desses como: maconha, cocaína e pasta base de crack conforma dados da Polícia Rodoviária Federal. Em virtude dessa realidade o tabagismo não causa apenas mortes indiretamente através do seu uso por anos, gera uma teia econômica complexa, alimentando o crime organizado e facções criminosas. Por conseguinte, não basta apenas o Ministério da Saúde coibir o tabagismo colocando imagens de cunho chocante atrás dos maços de cigarros como membros amputados, cânceres de boca devido ao tabagismo, é necessário que a realidade em relação ao tabaco seja mostrada amplamente na mídia.

Logo, diante da inércia do Governo Federal em combater o tabagismo, Organizações não governamentais em conjunto com laboratórios farmacêuticos, devem criar um programa social que distribua remédios que visem à diminuição quanto ao uso do cigarro atrelado com acompanhamento psicológico,por meio de investimento do Ministério da Saúde, para que os índices de fumantes no Brasil caiam de forma gradativa e continua, e através dessa política pública a população possa viver com mais saúde, e seja seguida as premissas de Platão: " o importante não é viver mas viver bem’’.