Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 21/08/2019
O tabagismo é um problema muito presente. Isso deve ser enfrentado, uma vez que, diariamente, pessoas são vítimas dessa questão. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: o contexto histórico e os malefícios a saúde.
Em primeira análise, em torno de 1839 houve uma guerra na China, devido a uma planta altamente viciante chamada ópio, esse fato causou grandes impactos a população. Nesse ínterim, o fumo do tabaco, também viciante, prevaleceu ao ponto de enraizar-se na sociedade contemporânea.
Em segundo plano, o tabagismo possui uma substância denominada nicotina, a fumaça leva, apenas, seis segundos para chegar no cérebro, provocando o vício, corrobora os médicos. Infelizmente, um em cada cinco pessoas no mundo fuma, ratifica esse dado a Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que, até o final de 2019, sejam registrados 31.270 novos casos de câncer de traqueia, brônquio e pulmão em decorrência do cigarro. Desse modo, medidas fazem-se necessárias para solucionar a problemática.
Portando, o tabagismo deve ser combatido, preservando a saúde. O Ministério da Saúde em parceria com o Sistema Único de Saúde (SUS), devem levantar recursos financeiros junto ao Banco Central do Brasil, para que postos de saúde possuem a disposição da população: adesivos de nicotina como método de parar de fumar e orientação familiar no combate ao vício. Além disso, a Organização Mundial de Saúde (OMS) em conjunto com a Organização das Nações Unidas, precisam divulgar campanhas midiáticas de alerta, relatando os malefícios do fumo, a fim de conscientizar a população mundial. Soma-se a isso investimentos em educação, valorizando e capacitando os professores, no intuito de formar cidadãos mais comprometidos em garantir o bem-estar como um todo.