Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 19/08/2019

O mal do mundo

Embora, tenha sido reduzido o seu uso, o tabaco, em pleno século XXI, ainda é o mal do mundo. Essa cultura é descendente de um machismo estrutrual como é perceptível em alguns filmes e séries de época, como “As telefonistas” (década de 30) onde praticamente todo homem fumava como símbolo de masculinidade. Porém, chegou a hora de expandir mentes e compreender que se faz necessária uma ruptura com esse cenário.

Deve-se pontuar, inicialmente, que a cultura do cigarro reflete na saúde pública, pois é um dos principais causadores de doenças cardiovasculares, pulmonares e cânceres. Segundo a Ministério da Saúde, quase 5 milhões de pessoas morrem anualmente e 30% da verba do SUS é usada para casos derivados do tabagismo. Percebe-se então que o uso exagerado dessa substância gera uma população doente, desequilibrada e que não tem um investimento adequado na área de saúde.

Outrossim, o tabaco afeta a cognição, a memorização, o comporta- mento, a produtividade e os relacionamentos sociais do usuário. Gerando, muitas vezes, um ambiente familiar comprometido e confuso, principalmente para as crianças imersas nesse lar. Além do lado afetivo, há também comprometientos na saúde de seres que dividem o mesmo espaço de um viciado, pois apesar de geralmente o tabaco gerar DNT`s o cigarro polui o ar que outros irão inspirar.

Desse modo, como gera grandes consequências, o mal do mundo moderno deve ser combatido. Portanto, para que os brasileiros tenhamos uma boa saúde pública, o Ministério da Saúde, juntamente com algumas iniciativas privadas, devem fazer campanhas e projetos contra o tabagismo por meio de palestras, propagandas e projetos dentro das escolas. Assim, o governo poderá retornar os 30% da verba para beneficiar outros fins dentro do SUS.