Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 18/08/2019

A Terceira Revolução Industrial teve início na primeira metade do século XX e representa o avanço mundial dos meios tecnológicos e científicos. Hodiernamente, apesar desses avanços, do maior acesso à informação e da conscientização acerca dos malefícios decorrentes do uso do cigarro, o tabagismo no século XXI é um problema social que afeta não somente a saúde da população, mas também a receita do Governo. Nesse ínterim, é necessário o uso de subterfúgios para a solução dessa temática.

A priori, consoante Gandhi, o futuro dependerá daquilo que se faz no presente. Sob essa óptica, o uso contante e prolongado do cigarro, que possui diversas substâncias tóxicas, no presente, continuará a afetar a saúde da população e a aumentar o quantitativo de pessoas com doenças cardíacas, circulatórias e respiratórias decorrentes desse uso, em um futuro próximo. Logo, fica evidente que o tabagismo no século XXI é um problemas com drásticas consequências visto que afeta a saúde não só do usuário, mas também dos que convivem próximo a ele, podendo levá-los ao desenvolvimento de doenças graves e até a morte.

Outrossim, no Brasil, as doenças provocadas pelo uso do cigarro geram aumento nos gastos do Governo uma vez que o Sistema Único de Saúde é responsável por parte significativa dos atendimentos de pessoas com problemas devido ao uso do cigarro ou por longo convívio com fumantes. Nesse sentido, faz-se mister e imprescindível a modificação da postura estatal no que diz respeito ao tabagismo no século XXI e suas consequências, uma vez que trata-se de uma questão individual que atinge toda a sociedade.

Destarte, é premente que o Governo, autoridade governante de uma nação, aliado ao Ministério da Saúde, invista no controle do tabagismo por meio da realização de campanhas publicitárias que desmotivem o uso do cigarro e, ainda, por meio da criação de centros de tratamentos para fumantes, com o intuito de tratar, reabilitar e minimizar o números de usuários e, desse modo, diminuir os gastos do Estado com saúde, que assim poderá investir essa receita gerada em outras áreas. Enfim, a partir dessas ações, a população se sentirá mais protegida e cuidada.