Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 18/08/2019

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil ocupa o oitavo lugar no ranking de número absoluto de fumantes. Além disso, o tabagismo acarreta consequências na saúde a longo prazo. Ademais, apesar dos diversos problemas causados ao ser humano, o tabaco também interfere no meio ambiente causando impactos negativos para o solo. Assim, combater o tabaquismo no Brasil no século XXl se tornou um desafio.

Em primeiro lugar, o tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável em todo o mundo segundo a OMS. Contudo, além de estar associado às doenças crônicas não transmissíveis, o tabaco também é um fator de risco importante para o desenvolvimento de outras enfermidades, por exemplo, câncer e tuberculose. No entanto, o tabagista além de prejudicar sua própria saúde, afeta também a pessoa que fica exposta a fumaça, considerada fumante passiva. Por certo, o uso do cigarro durante a gravidez influencia não só o organismo da gestante, mas também, na saúde do bebê, exposto às consequências à longo prazo. Em suma, o uso do cigarro se tornou um problema de saúde pública que acomete cerca de 12% da população, segundo a OMS.

Certamente, os danos ao ecossistema são incalculáveis, com prejuízos causados ao solo, com a contaminação de alimentos, fauna e dos rios. De certo, a natureza também sofre com o impacto do desmatamento em larga escala, sendo um fator de desequilíbrio ambiental, pois quando a cobertura vegetal é removida, o solo se torna pobre em nutrientes. Outrossim, as bitucas, principalmente as descartadas incorretamente, podem contribuir para enchentes, entupimento de bueiros e queimadas. Indubitavelmente, as cidades se encontram cada vez mais em risco, segundo a Lei Estadual 54.311/2009 de Combate ao Fumo em ambientes coletivos ou fechados, as pessoas descartam cada vez mais as bitucas de forma incorreta no chão das cidades, afetando diretamente a natureza.

Portanto, o tabagismo causa graves problemas e consequências no século XXl. Dessarte, a mídia, como grande disseminadora de informações, deveria realizar campanhas através dos comerciais, contra o tabaco, relatando os danos à longo prazo causados ao fumante ativo e passivo, para que se reduza significativamente o índice de tabaquistas. Destarte, o governo, como órgão de instância maior, deveria penalizar com multas a eliminação incorreta de bitucas e aumentar o número de lixeiras específicas para o descarte do cigarro pelas cidades, a fim de que a população possa contribuir para conservação do meio ambiente e, dessa modo, prevenir o entupimento de bueiros, para que se preserve a natureza e o bem estar da sociedade. Dessa forma, combater os problemas e consequências causados pelo tabagismo no século XXl, não será mais um desafio.