Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 18/08/2019

O uso do tabaco está presente na história da sociedade pelo menos desde o século XV, os europeus tiveram contato com a planta pela primeira vez em 1492. Foi justamente por meio das migrações indígenas que a planta chegou ao Brasil e ainda está em uso, prejudicando a saúde humana, tanto ao fumante quanto a quem não utiliza, e ao meio ambiente.

As toxinas presentem no cigarro tornam os indivíduos dependentes, principalmente, quando estão muito estressadas fumam para buscar um alivio, mas que é muito prejudicial à saúde. Estudos mostram, quem fuma também tem 10 vezes mais chances de desenvolver câncer, a maior causa de morte em consequência desse vicio. Somente no Brasil, 200 mil pessoas são vítimas do tabaco por ano, afirma o Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC).

Outro fator, é a questão ambiental, a fumaça do cigarro contém mais de 4.700 substâncias tóxicas: arsênico, amônia, monóxido de carbono, corantes e agrotóxicos em altas concentrações. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) revela outros dados alarmantes sobre os malefícios do cigarro: suas bitucas podem levar até cinco anos para se decomporem e estão entre os resíduos sólidos mais encontrados em praias e bueiros; 25% de todos os incêndios são provocados por essas pontas ainda acesas, sejam em casa ou em florestas.

Portanto, para inverter esse quadro deve o Estado interver, por meios midiáticos e programas de conscientização com profissionais da saúde, onde o Ministério da Saúde deve atuar. A mídia possa mostrar pelas várias redes de comunicações os desastres que o tabaco pode causar a saúde e o meio ambiente com imagens impactantes, para que tome consciência do quanto prejudicial pode ser, e as palestras de médicos, devem dizer o risco e até mostrar meios de como sair do vício. Assim, possa amenizar o números de fumantes e as consequências causadas pelo tabaco.